INIMIGO INVISÍVEL: A Constante Ameaça da Paralisação dos Negócios

INIMIGO INVISÍVEL: A Constante Ameaça da Paralisação dos Negócios

13/04/2020 0 Por WorkDB

A quarentena que já dura semanas começa a trazer efeitos para as empresas do país.

Com a medida provisória para evitar uma maior contaminação pelo novo coronavírus, foi emitido um mandato de fechamento de comércios com o objetivo de evitar aglomeração de pessoas.

A providência pode salvar milhares de vidas durantes os próximos meses, entretanto tem causado prejuízo para o varejo e autônomos que dependem exclusivamente de vendas físicas.

Muitas instituições iniciaram processos de redução de custos, incluindo demissões de funcionários.

Já alguns escritórios e empresas de tecnologia adotam sistema de trabalho remoto para não interromper suas atividades, mas operam com dificuldade devido ao cenário econômico incerto.

A ameaça de paralisação é constante e empresários de todos os setores terão que inovar durante essa quarentena para se manterem em pé.

Neste artigo iremos abordar alguns aspectos econômicos consequentes da paralisação parcial do mercado e como isso tem afetado a dinâmica das empresas.

Mesmo em meio a uma crise sem previsão para acabar, listamos algumas tecnologias que têm ajudado as empresas a adequarem suas atividades durante o período.

Veja aqui o que você vai saber ao final da leitura:

  • Empresas já sofrem os impactos econômicos;
  • Desemprego irá atingir milhões de brasileiros até junho;
  • Trabalho remoto é saída para manter operação, porém há ressalvas;
  • Luz no fim do túnel: tecnologias ajudam na continuidade do negócio em meio a pandemia.

EMPRESAS JÁ SOFREM OS IMPACTOS ECONÔMICOS DA QUARENTENA

A paralisação total ou parcial das empresas afeta diretamente a economia dos países em quarentena.

China, Estados Unidos e Europa, até o momento, são os mais afetados pela doença que se espalha rapidamente pelo globo.

Países fundamentais para o sistema econômico, que já apresenta quedas expressivas na bolsa desde o início da pandemia.

Especialistas dizem que o cenário ainda não está nem perto do seu pior, e o mercado começa a sentir os impactos da quarentena.

Segundo levantamento da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), 70% das empresas do setor de eletroeletrônicos estão com problemas para receber peças da China.

Já na indústria do cinema a perda com a venda ingressos e produções chega a 5 bilhões de dólares, segundo a pesquisa da Hollywood Reporter e PredivtHQ.

Mais de 70 companhias aéreas cancelaram seus voos internacionais e é estimado 5 bilhões de dólares em perda de receita do setor aéreo apenas no primeiro trimestre de 2020.

Segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo, a previsão de perda global do setor é de 113 bilhões de dólares, sendo 44% só na Ásia.


DESEMPREGO DEVE ATINGIR 14,5 MILHÕES DE BRASILEIROS

Na primeira semana de quarentena, após a ordem de fechamento das salas em todo estado de São Paulo e Rio de Janeiro, as redes de cinemas Cinemark e Kinoplex iniciaram um processo de demissão voluntária.

Já a startup de tecnologia e aluguel de carros Mooby deu aos funcionários, nesta última semana, a opção de licença não remunerada ou demissão.

A justificativa foi falta de verba para manter o quadro de funcionários durante a quarentena. Aproximadamente 30% dos colaboradores optou pelo desligamento.

Sem mencionar os trabalhadores informais que representam 40,7% da força de trabalho do país.

Recentemente o Congresso aprovou o projeto de Renda Básica que dá direito a esses profissionais um auxílio mensal que pode chegar à R$ 1200.

Segundo levantamento feito pela Valor Investe, a taxa de desemprego atingirá seu ápice em junho, quando subirá para 13,5%, e terminará o ano em 12,9%.

As previsões dos especialistas revelam que o Brasil terá 14,5 milhões de desempregados até junho deste ano e em dezembro ainda serão mais de 13,8 milhões de pessoas sem trabalhar.


TRABALHO REMOTO É SAÍDA PARA MANTER OPERAÇÃO, PORÉM HÁ RESSALVAS

Uma pesquisa da RD Station mostrou que apenas 36,5% das empresas possuíam políticas de home office antes da quarentena.

Atualmente, são 43% das instituições com regime com operação quase 100% remota devido a pandemia do novo coronavírus.

Uma das maiores preocupações dos gestores está ligada justamente à produtividade, conforme informou o relatório.

Em tempos de crise, e muitas vezes com operações reduzidas, as empresas precisam focar em manter mínima rentabilidade enquanto o cenário não se normaliza.

Como veremos adiante, além da produtividade, a segurança da informação é outro assunto que precisa ser abordado quando falamos de trabalho remoto.

O aumento de pessoas conectadas tem sobrecarregado a internet, como revela a pesquisa da Speedtest, realizada nos países que passam pelo isolamento social.

O levantamento estima que o número de usuários acessando a rede simultaneamente pode ser o maior da história.

Essa lentidão prejudica diretamente a produtividade de quem está em regime de trabalho remoto, ainda mais para empresas com sistemas operacionais mais pesados.


Rede doméstica também tem outro ponto fraco: a segurança.

Trabalhando de casa, em meio a tantas notícias e acontecimentos sobre o coronavírus no mundo, as pessoas podem acabar caindo em armadilhas virtuais.

As próprias informações sobre a pandemia têm sido usadas de isca por hackers para roubo de dados e informações de pessoas e empresas.

As redes de conexão comuns, como o wifi, costumam ter pouca ou quase nenhum tipo de proteção contra malwares, facilitando a ação de cyber criminosos.

Um pequeno deslize pode causar sérios danos a qualquer empresa, como roubo de informações e ou de um banco de dados inteiro.

O que pode prejudicar ou até mesmo paralisar toda a operação.


LUZ NO FIM DO TÚNEL: TECNOLOGIAS AJUDAM NA CONTINUIDADE DO NEGÓCIO EM MEIO A PANDEMIA

Nas empresas que aderiram o trabalho remoto durante a quarentena ter um sistema operacional em perfeito funcionamento é essencial para manter a produtividade dos funcionários.

Trabalhando conectado às redes domésticas e com risco de conexões mais lentas, os programas armazenados em nuvem são os mais indicados.

Neste modelo, os backups são feitos com mais segurança e os dados são salvos em nuvem, evitando a sobrecarga de sistemas e do próprio dispositivo do colaborador.

Soluções de Banco de Dados, Cloud, Desenvolvimento de Softwares, BI, Big Data, Suporte em Sistemas de Gestão, Segurança e Monitoramento são itens fundamentais que irão manter a boa funcionalidade dos sistemas.

Investir nessas tecnologias pode garantir a continuidade do seu negócio em meio a uma crise como a que estamos atravessando.

Além do desempenho e rapidez em processos, mesmo que em redes de conexão instáveis, a segurança dos dados do seu negócio fica garantida.

Por isso é preciso sempre buscar desenvolvedoras de softwares de confiança que podem oferecer ferramentas adequadas para cada tipo de negócio.

A WorkDB atende os mais diversos setores, incluindo saúde, logística, engenharia, indústria, contabilidade, educação, entre outros. Desde 2013 no mercado, a WorkDB oferece produtos como:

  • Banco de Dados
  • Cloud
  • Fábrica de Software
  • Integrações
  • Business Intelligence
  • Big Data
  • Suporte em Sistemas de Gestão
  • Segurança e Monitoramento

Manter negócios rodando durante a quarentena será um desafio e tanto, e somente quem conseguir inovar e usar as tecnologias a seu favor terá chances de sobreviver no mercado depois que o vírus passar.

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