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Fique por dentro da LGPD

Não fique refém da falta de conhecimento sobre a nova Lei Geral de Proteção de Dados. Saiba tudo sobre a LGPD nesse post!

A transformação digital revolucionou a maneira que as pessoas conheciam de compartilhar informações. Ao mesmo tempo que a tecnologia facilitou muito diversos processos e proporcionou mais autonomia para as pessoas e negócios, também acabou expondo as pessoas a situações de risco, como por exemplo o vazamento de dados sensíveis.

O Brasil é o segundo país com mais ocorrências de ciberataques, além de golpes utilizando dados virtuais e até sequestros que aproveitam esses dados para facilitar esse tipo de ataque.  Tendo em vista números tão alarmantes e os problemas que estes ataques podem gerar, a segurança da informação torna-se figura importante nesse combate.

O que muda com a LGPD?

A segurança da informação é um assunto cada vez mais recorrente porque tem como objetivo eliminar vulnerabilidades e proteger os sistemas internos contra possíveis ataques. A Lei Geral de Proteção de Dados, também conhecida como LGPD, foi criada com o intuito de potencializar a segurança de dados pessoais recebidos por empresas públicas e privadas de forma transparente.

Com o sancionamento da LGPD, as empresas deverão informar claramente termos de uso  dos dados, extensão da autorização e os titulares dos dados precisam conceder o acesso às informações livremente.

A principal mudança que a LGPD traz é uma maior segurança aos usuários comuns, garantindo o direito à privacidade e um controle mais rigoroso das informações pessoais. Para as empresas, há a necessidade de atualizar os processos internos para garantir que estejam em conformidade com a nova lei e que cumpram os padrões exigidos.

A adoção de boas práticas é essencial para garantir que a política interna esteja de acordo com a lei. É muito importante que as empresas realmente tenham bastante atenção nessa adequação já que as multas pelo não cumprimento da lei podem chegar a milhões de reais. Ou seja, as organizações precisam aumentar a responsabilidade na solicitação dos dados do usuário e desenvolverem critérios rigorosos de segurança da informação dentro das empresas.

A recomendação é que a quantidade de dados solicitada seja minimizada para diminuir os riscos de possíveis problemas futuros e trabalhar apenas com as informações necessárias e de preferência manter os usuários como anônimos sempre que possível.  Assim, podemos dizer que a tendência é que daqui pra frente qualquer pessoa passe a ser questionada, seja de forma online e ou de forma presencial, se a mesma permite o registro ou cadastro para determinada finalidade.

Preciso me adequar, e agora?

A tecnologia pode ser uma ótima alternativa para esse movimento de adequação a LGPD. Mas antes de sair cotando soluções, você precisa fazer uma autoanálise na sua empresa.

O primeiro passo para começar uma adequação das políticas internas e processos é fazer um estudo detalhado de como as informações são levantadas no momento. É legal montar um comitê de segurança da informação também para que avalie a melhor forma de fazer essa transição. Ter profissionais com visões e experiências distintas acompanhando todo o projeto de implementação.

É muito importante ter em mente que não existe uma receita de bolo para essa adequação. Cada empresa tem uma realidade, uma rotina e será impactada de formas diferentes pela lei. O importante é garantir que todos os processos sejam revisados, ajustados e atualizados se necessário.

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