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Disaster Recovery: 5 passos para fazer a recuperação

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Publicado por workdb

Vamos falar de Disaster Recovery? Confira cinco dicas para fazer a recuperação.

Um plano de Disaster Recovery, também conhecido como DRP (Disaster Recovery Plan), é um mapa de ação com instruções de como assegurar a manutenção das atividades chaves de uma empresa. Deve ser aplicado mesmo nos cenários mais desastrosos. A definição de desastre no mundo dos negócios é bastante ampla, mas podemos dizer que o termo é relativo a qualquer evento que causa uma “parada forçada” do fluxo de trabalho de uma organização.

Como funciona um DRP?

O processo de preparação de um plano de recuperação de desastres começa pela identificação da causa do problema. Depois, é preciso analisar todas as consequências e priorizar a solução delas de acordo com a gravidade e com o nível de impacto nas atividades chaves da organização.

Os Planos de Recuperação de Desastres não são como receitas prontas. Como dito anteriormente, já que os desastres podem ter as mais variadas causas e consequências. Diferentes situações exigem diferentes soluções e formas de atuação. O plano de recuperação de desastres deve ser feito de acordo com as necessidades e particularidades de cada empresa.

Cinco passos para fazer a recuperação de desastres

Entretanto, existem alguns pontos que são importantes em qualquer DRP. Listamos abaixo:

01. Use a nuvem a seu favor

Muitas empresas usam cloud computing como um dos recursos para o DRP. Para algumas, o armazenamento em nuvem se tornou o próprio plano de recuperação de desastres ,já que fornece um novo nível de continuidade das atividades.

Ter um bom plano sempre é importante, principalmente quando estamos falando de desastres. Afinal, eles não têm hora marcada para acontecer e podem causar paradas forçadas das maneiras mais inesperadas. Isso pode acontecer mesmo que façamos todas as manutenções preventivas possíveis.

02. Tenha um inventário de hardware e software

Um bom Disaster Recovery Plan deve incluir um inventário completo de hardwares e softwares utilizados, em ordem de prioridade. Os contatos do suporte técnico de todos eles devem estar reunidos e arquivados em um único local. Ele deve ser de fácil acesso offline para que possa ser localizado em caso de urgência.

03. Conheça as suas ameaças

Se você sabe o que deve proteger, também deve conhecer quais são as ameaças. Por exemplo, empresas sofrem constantemente ataques virtuais, com o ransomware sendo um dos mais prejudiciais.

Outra grande ameaça são os ataques DDoS. Eles ocorrem quando hackers tentam sobrecarregar a largura de banda de uma infraestrutura ou serviço para torná-la indisponível. Também pode haver o uso dos recursos até seu esgotamento completo ou a exploração de uma falha em um software para ter controle sobre a máquina.

Para evitar as ameaças o ideal é adotar medidas de segurança da informação. Entre as medidas estão: controle de acesso por meio de uma política de senhas; adoção de firewall para proteção da rede corporativa; prática de realização de backup de sistemas e dados; instalação de um antivírus; uso de mecanismos antispam.

4. Tenha um plano de comunicação

Seus colaboradores devem saber como acessar os sistemas para desempenhar suas funções durante um evento de recuperação de desastres. Aposte em um bom plano de comunicação, que levará em conta as comunicações iniciais no início de um desastre e atualizações contínuas para manter a equipe informada durante todo o evento.

5. Teste seu plano regularmente

Um cronograma de testes é a parte mais importante de qualquer plano de recuperação de desastres. E não se esqueça de testar seus funcionários, pois precisam estar bem preparados para executar todas as tarefas às quais são designados sem problemas.

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